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Google lançará o Bard para rivalizar com o ChatGPT
Quem tem conhecimento em Tecnologia da Informação, afirma que a nova ferramenta é o passo à frente dos demais concorrentes, pronta para atender o usuário em praticamente todos os assuntos e temas, abordados até o ano 2021.
por - Sebastião Amorim - O Google, gigante que domina o mercado de buscas na internet, parece incomodado com uma espécie de rival que surgiu em 2023 abocanhando cem milhões de seguidores em todo o mundo em pouco tempo de lançamento.
Trata-se do ChatGPT, inteligência artificial definida como modelo de linguagem de grande porte desenvolvido pela OpenAI. O C.hatGpt foi treinado usando enormes quantidades de texto na internet e é capaz de gerar respostas para uma ampla gama de perguntas e tarefas, como responder perguntas de conhecimento geral, traduções, geração de texto e muito mais. O objetivo é fornecer uma experiência de conversa natural e útil para os usuários.
Quem tem conhecimento em Tecnologia da Informação, afirma que a nova ferramenta é o passo à frente dos demais concorrentes, pronta para atender o usuário em praticamente todos os assuntos e temas, abordados até o ano 2021. O ChatGPT além de textos normais, pode criar códigos de computação, sites em Html e, inclusive aperfeiçoar códigos existentes, fato interessante para programadores que passaram a adotá-lo como ferramenta de trabalho.
A Redação da Folha de Araputanga tem acompanhado diversas informações acerca do impacto que o ChatGPT vem causando à concorrência. Há cerca de uma semana, já havia quem afirmava que uma luz vermelha teria sido acesa no Google, tamanha é a capacidade do rival.
Pois bem, nesta segunda-feira (06/02), aparentemente sob pressão para apresentar uma resposta ao mercado, o Google anunciou que nas próximas semanas vai disponibilizar o Bard, sua inteligência artificial que deve rivalizar com a linguagem da OpenaAI, ou pelo menos vai tentar.
Fica a dica, como no mundo real não se pode baixar a guarda sem o perigo de perder a liderança. A mesma regra vale para o mundo digital; quem hoje reina, tem que estar disposto a inovar sempre, de forma inédita, útil e eficaz. Talvez a maldição daquele que ocupa o pódio, o topo, ou o como se diz, o primeiro lugar, é sempre encontrar um desafiante pronto para lhes tomar a liderança.

