Artigo
SETE DE SETEMBRO - Liberdade de expressão é o grito das ruas
“Nem Covid-19 nem crise econômica, nem CPI e sequer retórica política de adversários fracassados e derrotados, impedem o ‘Mito”, Bolsonaro.
Por – Sebastião Amorim - Políticos de oposição ao governo do Presidente Jair M. Bolsonaro, podem estar boquiabertos com a aceitação e a liderança inconteste, obtida pelo Chefe do Executivo Federal, depois de mais de dois anos e meio de gestão.
Ao “sinal” do Presidente, partiram de todas as regiões do país, caravanas, comboios, grupos e, simpatizantes dos diversos estratos sociais, que apoiam o governo Bolsonaro.
Ao se encontrar, nas imediações de Brasília-DF ou em direção à Avenida Paulista, passam à condição de multidão, que deve, além de apresentar seus pedidos em faixas e cartazes, seguramente, uma vez mais, devem gritar o refrão ‘Eu autorizo”, tão temido por certos políticos.
AGUARDEMOS
Ainda estamos no dia seis, mas é esperar amanhecer o dia 7/09/2021 e aguardar o momento em que o presidente vai falar a multidão em Brasília e em São Paulo para de fato sabermos qual será a reação do povo e, o que dirá o Presidente, frente aos clamorosos pedidos que poderão surgir, carregados pelos cidadãos, que se deslocaram dos mais diversos recantos do nosso imenso Brasil.
ADVERSÁRIOS DESNORTEADOS
Até agora, o presidente Bolsonaro tem se revelado pedra de tropeço, para práticas ultrapassadas de ‘caciques velhos’ do meio político, que se achavam donos dos votos dos eleitores e dos destinos de cada ser mortal, deste país.
A chegada de Bolsonaro ao Poder suplantou ideologias nefastas à vida; nem Covid-19 nem crise econômica, nem CPI, pesquisas de opinião aparentemente direcionadas e, sequer retórica política de adversários fracassados e derrotados, não conseguem derrubam a popularidade do ‘Mito”, Bolsonaro.
O CUSTO POLÍTICO DA FACADA
Uma coisa é certa: a facada falhou e o custo político está sendo terrivelmente alto, para silenciosos idealizadores do crime, que não podem se manifestar.
A aprovação popular pode ser uma barreira que dificutará manobras como as tentativas de tornar Bolsonaro inelegível, último bastião, para adversários desnorteados, que já vislumbram mais quatro anos de governança, com cofres fechados, para desvios, sem chances de corrupção com dinheiro dos impostos.
O MITO SE ESTABELECE
Tentativas que possam conseguir a eliminação deste ‘Mito da política’, de concorrer às próximas eleições poderão resultar em conflitos internos de proporções jamais vistas sobre a Terra de Santa Cruz; melhor nem tentar.
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