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ARAPUTANGA: Cidade precisa de cuidados gerais
A Redação da Folha de Araputanga recebeu hoje (19) por volta de 18h00min telefonema de moradores de parte da Rua Joaquim Nabuco, que reclamavam do abandono em que a Rua está relegada.
Ao telefone uma moradora dizia que no trecho reclamado o asfalto acabou, os buracos tomaram conta e, com a passagem de veículos, a água que escorre ao longo da via propicia o surgimento de lama, mesmo em períodos de chuva escassa e, até mesmo de nenhuma precipitação.
PROBLEMA ANTIGO
Embora um dia o local tenha sido pavimentado, o descarte de água na rua levou ao problema que não é novo, nem é exclusividade da Joaquim Nabuco; praticamente todos os moradores de Araputanga sabem que, na cidade, há locais praticamente intransitáveis e outros, como às margens da MT-175, cerca de quinhentos metros ou pouco mais, após o terreno público da antiga Casemat, no sentido Reserva do Cabaçal, que tem servido como depósito de lixo.
PALEATIVO
A poucos dias do aniversário da cidade, o Município vem realizando operação tapa-buracos, nas vias principais e centrais, a exemplo da Avenida Marechal Rondon, no sentido recinto de festa do peão.
IMPÉRIO DE BURACOS
Justificados na falta de verbas, a então gestão pública municipal deixou os buracos “prosperar”, no período janeiro a abril/16. No trecho de cerca de duzentos metros da Avenida em questão, pedestres, transeuntes e condutores de veículos se escandalizavam com a falta de providências. No final de abril foi tornado público que o caixa da Prefeitura tinha quase três milhões de reais.
SÃO SEBASTIÃO
Famílias que residem no Bairro São Sebastião continuam a aguardar e, vão aguarda por muito tempo, a recuperação do asfalto em suas portas. Anunciado com muita pompa, o projeto “novos caminhos” não deu nenhum passo e, morreu.
TRECHOS FEDORENTOS
O uso indevido das galerias de águas pluviais, com descarte de efluentes domésticos e em alguns casos de descargas de vaso sanitários cujo destino tem sido a galeria, promove verdadeira fedentina em determinados trechos urbanizados.
Quem quiser saber o que descrevemos, caminhe sobre a Rua Carlos Luz, a partir do Cartório Eleitoral, no sentido Prefeitura; ao chegar na região baixa, antes do quebra-molas, o ar torna-se tão fétido quanto o odor exalado da lagoa de decantação de esgoto, próximo ao Curtume. Na mesma direção, não é diferente o mau cheiro exalado na Rua Valdivino Fidêncio.
Conclui-se que, para superar a gama de “pequenos” problemas disseminados no perímetro urbano araputanguense, exige nova postura da população, dos gestores e da fiscalização. Questões maiores, na Saúde, na estrutura viária da Zona Rural, no Transporte, na Coleta e na destinação final do lixo, são amplamente conhecidas e, talvez minimamente enfrentadas.

