Gerou grande repercussão na mídia a autuação do CRF-SP, no último dia 28, da indústria que produz a substância fosfoetanolamina sintética, em São Carlos, a 230 km da capital, instalada no Instituto de Química da Universidade de São Paulo de São Carlos (IQSC).
O produto não passou pelos testes necessários para registro de medicamento no País, mas está sendo utilizado para o tratamento de câncer. No local, a produção desse insumo farmacêutico não conta com farmacêutico responsável perante o CRF-SP.
Nesta terça-feira (03/11), o portal G1 publicou matéria sobre o tema com entrevita do presidente do CRF-SP, dr. Pedro Menegasso, que justificou as razões da fiscalização.