Revoltadas com a invasão de terceiros, nas casas do loteamento Daury Riva, em Araputanga, “entregues” sem condições de habitar, vinte e cinco famílias contempladas com as casas se uniram em mobilização e reuniram-se, na tarde de ontem (09), em frente ao Ministério Público de Araputanga, para buscar providências para desocupação dos invasores junto à Promotoria.
As casas do projeto habitacional, construídas (levantadas e cobertas) no loteamento é um “problema” antigo, herdado pelo atual governo municipal, que não se resolve.
A mobilização das famílias está indicando que o acordo não prosperou. Por volta de 17h00min a reportagem conversou uma das pessoas que participou da mobilização. Ela informou que o grupo entendeu que o correto era procurar a Defensoria Púbica, para onde as pessoas se encaminharam e foram recebidas. Essa pessoa declarou que a Defensoria teria pedido prazo de dez dias para analisar a questão. Não foi possível confirmar a informação junto ao Defensor.
UM OLHAR
A mobilização dos contemplados com casas no loteamento Daury Riva, está na esteira da proposta do cidadão Ilídio da Silva Neto, que na edição de “Um Olhar Sobre a Cidade – 4” convocou o povo a se organizar para buscar seus direitos, cobrando dos políticos, ações para que as obrigações básicas do Poder Público (Saúde, Educação, Coleta do Lixo, Iluminação, etc), funcionem adequadamente.
CIPA
No final da tarde de ontem (09), a reportagem da Folha obteve a informação que membros da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) da unidade do JBS de Araputanga compareceriam à Câmara Municipal.
O grupo buscaria apoio dos vereadores com objetivo de ver reconstruído por recapeamento o asfalto da Avenida Hamilton Simione. Os membros da CIPA estariam atuando no sentido de prevenir acidentes. A reportagem ainda não conseguiu confirmar se o grupo compareceu à Sessão.