carregando
logo

Artigo

ARAPUTANGA: LAGO AZUL TEM PRODUTO QUE APARENTA SER ÓLEO QUEIMADO SOBRE AS ÁGUAS

access_time chat_bubble_outlineCidades
FONTE

Um crime ambiental e contra o patrimônio público pode estar em curso e, se já não vinha ocorrendo silenciosamente há algum tempo, provavelmente teve início durante a noite, ou madrugada do dia 29 de julho, em Araputanga.

Por volta de 08h30min a redação da Folha de Araputanga recebeu as primeiras informações que o Lago Azul, que já encantou tantos turistas tornou a visão paisagística agradável e as imediações povoadas e urbanizada, amanheceu  sob a suspeita de um manto do óleo lubrificante queimado plasmando sobre o lençol d’ água.

As pessoas que tomaram conhecimento do fato e, que foram ao local, para constatar o vazamento sobre as águas do Lago Azul se mostraram surpresas e indignadas com o ocorrido. Se o produto verde com algumas manchas em preto que está sobre parte das águas do Lago for, de fato, óleo lubrificante, queimado ou não, não está descartada a possível atitude criminosa (intencional), contra as formas de vida que habitam o Lago.

Por telefone, a Folha de Araputanga ouviu a bióloga Professora Conceição Barbosa, ambientalista, que quase chorou ao ver a barbaridade que se abateu sobre o Lago. A professora-bióloga declarou que, aquilo que denominamos sob o nome de óleo lubrificante, estaria vindo de uma galeria,de onde surge e se espalha pelo águas do Lago”.

Ainda de acordo com a bióloga Conceição, “O cheiro que aparenta ser de óleo lubrificante está exalando na localidade e as manchas já estão além da pequena ponte do Lago”. Na opinião dela, se o produto que está na água lacustre não for retirado, os peixes sem dúvida, morrerão. Até às 09h00min de hoje (29), as Polícias Civil e Militar não haviam sido informadas do ocorrido, com a finalidade de registrar o fato em Boletim policial.

IN LOCO

Por volta de 09h30min a reportagem da Folha voltou às imediações do Lago. Naquele momento chegava o Chefe do Executivo municipal acompanhado de outras pessoas. Já estavam no local outros funcionários públicos municipais, entre eles, o Secretário de Obras. Enquanto fazia fotos a equipe do Executivo discutia o que deveria ser feito para enfrentar a mancha que deixa as águas do Lago com coloração e cheiros diferentes. Por enquanto, não foram vistos peixes nem outros animais mortos.

Além da possibilidade de bombear a água para separá-la do produto alguém discutia a hipótese de se utilizar sal.