Desde outubro de 2010 quando nossa reportagem esteve no local, a ponte existente entre as comunidades de Botas e, Nova Floresta, já apresentava sinais de grande fragilidade colocando em risco a segurança e a vida dos motoristas que trafegavam pela estrada vicinal que liga Araputanga à Nova Floresta e, que permite acesso ao município de Reserva do Cabaçal.
A ponte, cuja manutenção é de responsabilidade do governo do Estado, não teria recebido os devidos reparos no madeiramento e, por isso, a deterioração aumentava a cada dia.
Indignados com a falta de atenção e, com o perigo que rondava os usuários da ponte, “alguém” decidiu pôr fim aos “dias de risco” para a travessia no local, colocando fogo na madeira seca e desgastada do artefato, construído para facilitar a travessia e ligar as duas comunidades do município de Araputanga.
Conhecimento sobre o problema, as autoridades tinham. Embora a questão envolva verbas estaduais, o vereador Ronaldo de Jesus, bem que alertou, no Tema Livre, para a revolta da população, em Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Araputanga.
Na oportunidade, o vereador mostrou, no celular, foto da primeira tentativa de incendiar a ponte, na semana em que o incendiário determinou o sumiço da ponte do local, pela ação que consideramos, inclusive criminosa, através do uso indevido do fogo.
No último sábado, a reportagem do Jornal Folha de Araputanga acompanhou, in loco, o que sobrou daquilo que era a ponte que, embora frágil e perigosa, permitia o trânsito do local.
As autoridades proveram um desvio ao lado de onde existia a ponte e, por enquanto, em tempos de seca, é possível passar sobre um filete de água.
Uma pergunta pede reflexão a quem pratica o ato e a idéia de incendiar o patrimônio público: Como ficarão os moradores que estão depois da ponte incendiada, no período chuvoso?
As fotos do que sobrou da ponte, fotos feitas, no sábado, dia 25 de junho, você acompanha, no link coberturas, em ponte incendiada, aqui no site.