Empresas e indivíduos que se aproveitam da religião para obter lucros contratando falsos monges ou clérigos para realizar atividades religiosas ilegais e arrecadar doações religiosas passam a ser proibidas pela legislação chinesa.
A ANAR Administração Nacional dos Assuntos religiosos chineses pediu, no mês de outubro/12 que as autoridades locais “proíbam energicamente” qualquer ato que lucre com as atividades religiosas.
A entidade chinesa ANAR instruiu os departamentos governamentais para não permitirem nem apoiarem nenhuma operação de contratos, investimento acionário, nem investimento conjunto, empreendidos por empresas ou indivíduos em locais religiosos. Além disso, algumas companhias investiram em sites religiosos populares e as classificaram como ativos cotados.
Práticas como essas prejudicaram a ordem das atividades religiosas afetando os interesses e imagem do setor religioso afetando os sentimentos dos crentes e violando os direitos de outros visitantes, afirma o comunicado.
Funcionários governamentais que estiverem envolvidos com as práticas receberão punições severas prometeram as autoridades. A ordem na China determina que os assuntos religiosos devem ser administrados exclusivamente por seus círculos respectivos sob a supervisão dos departamentos governamentais correspondente.
Os centros religiosos registrado no país receberão uma revisão completa para eliminar os atos ilegais. O cerco se fecha, pois as organizações e sites não registrados legalmente estão proibidos de organizar ou promover atividades religiosas ou aceitar doações religiosas. Todos os clérigos devem ser qualificados pelas organizações religiosas correspondentes e registrados nos órgãos administrativos do nível distrital ou superior.
Haverá investigação das autoridades para os casos de clérigos falsos que realizam serviços religoso e confiscará os lucros ilegais e punirá os infratores. Na China a Igreja Católica fiel ao Papa é proibida. Ao longo dos anos é grande o número sacerdotes que são condenados à prisão e ao trabalho forçado por pertencer à Igreja de Roma.
Fontes de consulta: Rádio Internacional da China e Vermelho.org.br