A novela do Terminal Rodoviário de Araputanga, fechado é tacho cujo cozinheiro, mexe e remexe o produto dentro do "vasilhame" sem que este chegue ao “ponto”.
No último dia 13 de março, a Comissão de Licitação tornou público que a empresa vencedora da licitação para Ampliação e Reforma da Rodoviária Municipal é a Prata e Cia Ltda, cuja proposta para execução do serviço totaliza R$167.249,97 (Cento e Sessenta e Sete Mil Duzentos e Quarenta e Nove Reais e Noventa e Sete Centavos).
Outras empresas concorrentes do certame foram: S.O.S. - Construtora E Comercio de Pre-Moldados Ltda-Me e, M. A. Francisco Dias e Cia LTDA ME. As concorrentes receberam prazo de três dias para Que apresente nova planilha com preço unitário ajustado de modo que totalizem corretamente o valor da proposta global apresentada, sob pena de decair no direito de contratar.
As condições do terminal Rodoviário de Araputanga já foi nomeado pelo atual presidente da Câmara Municipal, como o cartão da vergonha da cidade. Enquanto a reforma não acontece, os usuários do sistema de transporte através de ônibus são obrigados a utilizar o ponto de venda e, após comprar sua passagem sentam-se no “confortável banco”, instalado gentilmente debaixo de uma árvore, no canteiro central da Av. Marechal Rondon, de costas para a antiga instalação do terminal rodoviário, que hoje, abriga até uma barraca de acampar que serve de moradia para uma senhora.
Os usuários que vivem o pesadelo de comprar passagem e, às vezes, esperar o ônibus na rua, aguardam agora, o próximo capítulo dessa novela, que se espera, tenha um final feliz.