carregando
logo

Artigo

PRÁTICA NOCIVA – Descarte de lixo ao longo de vias públicas em Araputanga

home access_time chat_bubble_outlineCidades
FONTE

O lançamento de plásticos, restos de construção e, lixos diversos, têm sido uma constante em diversos locais da cidade. É preciso que pessoas que têm a prática de descartar objetos inservíveis ao longo das vias públicas, principalmente daquelas, onde não há moradores por perto, revejam suas práticas que são nocivas ao conjunto da população.

FALTA EDUCAÇÃO

Em alguns endereços do Bairro Cidade Alta e adjacências e, também em diversos outros locais da cidade, é fácil constatar a prática do descarte de material inservível. O descarte indevido ocorre, também, ao longo da MT-175 e das estradas vicinais.  Na cidade é possível encontrar inclusive pneu ostentando publicidade e, certamente, acolhendo água d’onde surgirão larvas que se transformarão em vetores de moléstias tão combatidas pelas campanhas de prevenção à doenças urbanas. Além de Educação, há que se concluir que falta, também, consciência das pessoas que agem de forma não urbana.

O CIDADÃO PRECISA COLABORAR

Limpeza, coleta e outras iniciativas por parte do município não surtem efeito, talvez, porque não há campanhas adequadas, que levem à conscientização contra  “sugismundos,” causa de difusão e de proliferação de doenças que já poderiam estar erradicadas em nosso tempo.

PNEUS

O fato do lixo estar sendo descartado em Ruas de Bairros longinquos, não pode ser atribuída diretamente aos moradores, senão, vejamos; o que dizer das toneladas de pneus que, nos últimos cinco anos vem sendo descartados na antiga edificação da Casemat? Certamente tal matérias não tem origem nas residências existentes nos bairros, mas,  todos sabemos que tais produtos surgem em locais bem mais nobres da Cidade.

DIFUSÃO DE ENDEMIAS

 A consequência da não destinação correta do lixo, está bem difundida; disseminação do  vetor da dengue, chikungunya e zica entre outros e, o temido caramujo africano que tomou conta da cidade. Com o ciclo das chuvas que se estenderá,  de forma constante, pelo menos até o final do mês de março, ninguém se assuste se houver elevação no índice das doenças conhecidas como moléstias tropicais; se tal fato ocorrer, será a “colheita maldita” resultado da ação constante de lixo, acúmulo indevido de água e descarte de objetos inservíveis em locais inadequados.

Apesar da placa “Proibido jogar lixo”, a foto desta matéria ilustra como algumas pessoas insistem em agir, mesmo quando estão avisadas. Há irresponsáveis que não se intimidam sequer com locais murados; há fotos que demonstram que alguém jogou lixo ao longo do muro do do Mosteiro Nossa Senhora das Alegrias.