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ARAPUTANGA: As péssimas condições da estrada que leva à Fazenda São Carlos

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FONTE

Os recursos do FETHAB deveriam ser suficientes para melhoria das estradas municipais evitando que situações constrangedoras, como queda de pontes com caminhões fossem coisa do século passado.

Quando chove muito é perfeitamente compreensível que  possa ocorrer demandas que  exijam outros recursos financeiros, inclusive os de origem próprias, para que nenhum produtor/trabalhador fique isolado na Zona Rural, sem opções para chegar à sede do Município.

Isolamento, certamente não é o caso no território de Araputanga, mas não se pode afirmar que nossas estradas estejam boas condições, que o digam aqueles que residem fora do espaço urbano, onde  há situações que contribuem severamente para dificultar a vida do trabalhador rural.

ESTRADA DA FAZENDA SÃO CARLOS

Um exemplo entre tantos, pode ser visto sobre a rotina daqueles que estão obrigados a utilizar a estrada que vai até à Fazenda São Carlos, no município de Araputanga. quem ousar passar por tal trecho entre janeiro e abril de cada ano, pode estar fadado a enfrentar uma espécie de Rallye, onde não há inscrição e o prêmio é chegar ao destino sem ajuda de algum cabo de aço.

 O trecho entre Cachoeirinha e a Fazenda São Carlos, tem cerca de vinte quilômetros recheado de buracos, e tantos outros desafios.

O custo operacional para conduzir um veículo por estradas em tal estado é alto;  na outra ponta, quem toma as “rédeas” da gestão pública sempre argumenta que não há dinheiro para dar conta de todas as demandas municipais. Tal argumento nem sempre convence;  que o digam os caminhoneiros que transportam o gado para abate; se falasse sobre o assunto, seria sensato ouvir a opinião do condutor do ônibus escolar que enfrenta essa terra vermelha transportando vidas.

É senso comum dizer que as dificuldades enfrentadas pelos moradores da Zona Rural são grandes; mas é do senso comum que muitas vezes a verdade flui naturalmente.

DEVER DE CASA

Se neste ano, os gestores públicos de Araputanga conseguirem fazer o dever de casa, nos meses em que a chuva não cai, certamente em 2018 as estradas municipais que levam às Comunidades e fazendas estarão bem melhores;  a preparação das vias deve contemplar desvios para a água das chuvas e, reconstruir pontes e bueiros em vista da boa trafegabilidade para todos.