Nos últimos anos, o fenômeno do surgimento de novos Bairros, trouxe velhos problemas a serem enfrentados pelos gestores, pelo período de, pelo menos uns dez anos, na cidade de Araputang, até que as condições financeiras municipais possa permitir que a pavimentação alcance as vias públicas das várias localidades.
O grande número de ruas não asfaltadas é endereço certo para novos buracos e valetas que naturalmente surgem no período chuvoso; as mesmas Ruas exigem providências dos gestores, no período da seca, porque a poeira sufoca, as famílias que constroem habitações e passam a morar em tais localidades.
Molhar as ruas contra a poeira se mostra inviável aos cofres municipais e, eis que surgem quebra-molas construídos por populares, com objetivo de diminuir a velocidade dos veículos. Porém, a solução encontrada dificulta ou impede o tráfego causando constrangimento e insatisfação para quem não tem alternativa, a não ser trafegar em tais vias. Há quem alegue que teve o veículo “encavalado” na tentativa de transpor o artefato.
DESPROPORCIONAL
Quem trafega na Avenida do Aeroporto, no Bairro Jardim Itália, em Araputanga, exige adequação ou retirada de um quebra-molas, alegando que o mesmo está construído fora dos padrões. Condutores de veículos reclamam que estão impedidos de chegar em casa por causa da “montanha” de terra surgida no meio da rua, que formou o quebra-molas, mas praticamente impede o tráfego, alegam anônimos que contataram a Redação da Folha.
A reportagem apurou que o desproporcional redutor de velocidade, construído absolutamente fora dos padrões, já teria sido arrancado pelas autoridades municipais, em outra ocasião, porém, voltou a ser construído.