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ATÉ QUANDO? Caminhão encalhado em buraco de ponte sobre o Rio Cabaçal

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FONTE

O condutor de um caminhão viu o veículo ser “encalhado” e sujeito a ser engolido pela ponte que deveria dar-lhe passagem para que prosseguisse viagem normalmente, mas, não foi o que aconteceu. 

PONTE PERIGOSA

O artefato que você vê na foto, um dia foi chamado de ponte. Tal objeto construído com madeira sobre o Rio Cabaçal está localizado na estrada estadual que liga Botas ao Município de Reserva do Cabaçal.

Os surgimentos de buracos na ponte foram alertas da fragilidade do local, ignorados há algum tempo. O resultado é a aplicação do ditado um dia a casa cai, figurado no trocadilho “um dia a ponte cai”.

BURACO ENCALHOU CAMINHÃO

Na quinta-feira, dia 28 de julho, pouco depois das 17h30min o condutor de um caminhão, que transportava ração, experimentou um grande desafio: passar carregado sobre a ponte; a tentativa podia ter resultado em grande desastre, pois, o caminhão ficou preso em um dos buracos existentes no frágil e, portanto, perigoso madeiramento da ponte.

Informações obtidas pela Redação da Folha indicam que a ponte está próxima da propriedade do Senhor Geraldo Leopoldino. Consta também, que o Senhor Geraldo foi quem reuniu recursos para retirar o caminhão “atolado” no buraco na ponte, porém não foi possível confirmar a informação de forma independente. Mesmo com a retirada do caminhão Mercedes e, com diversos buracos no madeiramento, a ponte que tragou o caminhão ainda não foi interditada; até motociclistas já relataram à reportagem o perigo que a ponte oferece.

As imagens obtidas pela reportagem demonstram que o local é de risco e trafegar sobre essa ponte do Rio Cabaçal pode resultar em grande prejuízo se a ponte cair com o veículo e, pode até resultar em perda de vidas, que seria uma tragédia anunciada. A música de Gabriel, o Pensador é bem adequada para ilustrar questões como essa. Ouça aqui.

ATÉ QUANDO?

As famílias que habitam a região entre Botas e Reserva têm suportado toda espécie de abandono; no tempo da chuva, atoleiros, pontes perigosas no período da seca, esquecimento público e, tantas outras mazelas que circundam a existência de quem habita esse trecho do território araputanguense, cujos representantes parecem não estar à altura de oferecer uma resposta adequada que melhore em definitivo a qualidade de vida do povo.