Está em vigor desde hoje (01/03) o contrato estabelecido entre o Município de Araputanga e o Hospital Geral e Maternidade Araputanga, para prestação de serviços médico-hospitalar no valor de R$1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), até 31/12/2016.
Ao encerrar o atendimento no PA, o `Chefe do Executivo informou no mesmo comunicado público que “serão retomadas as obras de reforma do prédio” onde funcionou o Pronto Atendimento e, após as obras prometeu implantar o Centro de Especialidade Médicas (CEM).
Os gestores da ideia de fazer o P.A. funcionar podem estar contabilizando o fracasso do projeto, tendo em vista que o fechamento da unidade e o restabelecimento do convênio com o Hospital particular é a confissão pública que o projeto não deu certo e custou muito.
PROBLEMAS
Embora o atendimento ocorresse 24 horas, em poucos dias de funcionamento o Pronto Atendimento revelou problemas que se tornaram insolúveis para população. Se haviam outras questões como o custo com ambulâncias para o transporte dos pacientes para receber atendimento no polo regional, o calcanhar de Aquiles do órgão teria sido a falta de condições para atender às parturientes.
Tal falha levou o Município a zerar o número de nascimento de bebês em solo araputanguense, daquelas mães que dependiam do atendimento do SUS; no período só nasceram em Araputanga os bebês, cujas famílias puderam pagar os custos do parto.