Moradores e transeuntes que percorrem cerca de cem metros da Rua Sebastião Fernandes de Oliveira, ao lado da Escola João Sato, o primeiro estabelecimento de ensino estadual de Araputanga estão reclamando dos galhos lançados ao lado do muro da Escola, no espaço que deveria servir de passeio aos pedestres.
Se a lei municipal 1129/2014 (Código Municipal de Limpeza Urbana), não se aplica ao estabelecimento de ensino, talvez os gestores municipais pudessem passar com um caminhão pelo local e recolher os galhos que, além de estranheza ao olhar de quem passa, nas atuais condições pode inclusive ocultar suspeitos. A retirada do material orgânico certamente melhorará o aspecto urbanístico próximo à Igreja Assembleia de Deus.
CASTIGANDO ADVERSÁRIOS
A reportagem conversou com uma moradora que disse já ter solicitado aos responsáveis, várias vezes, para que a coleta dos galhos seja feita. os galhos escondem centenas de caramujos; a mesma senhora confirmou que a direção da Escola também já teria feito a mesma solicitação, mas nenhuma ação ocorreu e o “entulho” continua a secar e, quem sabe, pode até apodrecer no espaço urbano.
A hipótese de eventual perseguição política não deve ser verdadeira, é mais fácil compreender o problema como dificuldade para gerir a coisa pública, pois, há alguns dias o Cemitério central também estava cheio de matagal(agora já foi roçado), a necrópole está na mesma rua, a menos de duzentos metros do entulho de árvores.
ANIVERSÁRIO
Durante o mês de maio houve a expectativa de remoção dos galhos e pintura do meio-fio em vista do aniversário da cidade; mas o período passou em “branco”. Houve algumas centenas de metros de pintura de meio-fio próximo à Prefeitura, talvez para realçar a tinta que melhorou o visual da obra reformada e entregue ao próprio Executivo.
AMIGOS DE ARAPUTANGA
A reportagem apurou que há alguns dias o grupo “Amigos de Araputanga” cogitou recolher o entulho, porém a chuva que caiu na tarde do dia 22 de maio pode ter atrapalhado a ação do grupo.
VIZINHANÇA
Pela possibilidade de trombar nos galhos, até cego pode perceber o entulho, depositado ao lado do portão que leva à Assessoria Pedagógica, em funcionamento na Escola João Sato. Além de algumas famílias nas proximidades, Advogados, Dentista, Igreja, Escola e o comércio estão vizinhos do proposital entulho formado por galhos de árvore; a "montanha" dista cerca de 150 metros da Praça Romeu Furlan, do Banco do Brasil e, do Terminal Rodoviário; o primeiro cemitério fica distante duzentos metros, distância equivalente da Igreja Matriz; a Prefeitura deve estar a 250 metros do entulho.
VAQUINHA
Se providências imediatas não forem tomadas no sentido de recolher esse malfadado entulho, os cidadãos podem ser obrigados à ação conjunta voluntária, talvez, fazer um mutirão ou uma coleta financeira (vaquinha), para contratar quem faça a limpeza desse local público.