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MINHA CASA, MINHA VIDA: Casas do programa habitacional invadidas em Araputanga

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FONTE

Três dias depois da publicação da reportagem  “Sem alternativa, famílias utilizam MT-175 para chegar às casas do programa Minha Casa, Minha Vida”, a redação da Folha de Araputanga recebeu, na tarde do dia 26 de janeiro, telefonema de certa contemplada, identificada pelo nome de Maria, que reclamava da invasão das casas “entregues” aos moradores.  CLIQUE AQUI E OUÇA A ENTREVISTA.

A reportagem publicada no dia 23 de janeiro foi escrita no estilo da recém-criada sessão UM OLHAR SOBRE A CIDADE, que recebeu o número 2.

DENÚNCIA

Maria informou que houve invasão das casas já doadas e, sem habitantes, porque, embora entregues ainda falta luz elétrica, instalação de banheiros e, reboco. Por telefone a reclamante indicou que sua casa é a de número 24, mas os invasores arrancaram os números. Ela disse não saber o nome da rua, no bairro, porque, segundo ela, o local seria uma bagunça e as ruas ainda não tem nomes. CLIQUE AQUI E OUÇA A ENTREVISTA.

A invasão teria ocorrido na manhã do dia 24 (sábado). Maria disse que ainda não mora no local, porque não recebeu a chave. Sentindo-se ameaçada e prejudicada, a contemplada que não pode morar no local, porque faltariam as condições adequadas, procurou o Executivo Municipal para reclamar.

Ela conta que os invasores arrebentaram as fechaduras no ato de invasão.

FAMÍLIA

Com 38 anos, três filhos e, morando na Comunidade de Cachoeirinha, Maria garante habitará a casa, no loteamento Maria Clemente, porque pediu uma casa a Deus e, há 10 anos luta para conquistar esse espaço para viver com dignidade com sua família.