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Raio partiu árvore no recinto Jaime Campos, em Araputanga

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O aumento no número de raios e a opinião que eles estão mais intensos é senso comum para a população e constatação para os climatologistas.

Se nossos antepassados saudavam a mudança no clima sinalizada pelas nuvens de chuva nos céus, hoje o sentimento começa a ser outro; quando nuvens volumosas e escuras apontam no horizonte são motivos de preocupação com as consequências que o tempo pode deixar como resultado de sua ação: forte ventania, inundação e, os temidos raios.

Desde o final de novembro/14  a população araputanguense tem percebido que as descargas atmosféricas vem sendo uma ameaça. Sem dúvida a proteção divina tem nos protegido amplamente, porém,  os danos materiais eclodem na rede telefônica e elétrica e, por consequência nos eletrodomésticos e outros equipamentos que temos em nossas casas.

DESCARGA FEROZ

Com a chuva que precipitou no final de tarde e início da noite do dia 20 de janeiro (terça-feira), diversos raios caíram sobre a cidade de Araputanga. Um eletricista e uma pessoa que estava nas proximidades garantem que  um raio deixou sua marca indelével (que não pode ser apagada), sobre uma árvore, na região norte da cidade.

A descarga atmosférica caiu sobre o recinto Jaime Campos, em uma árvore frondosa que ostentava beleza e imponência natural. O raio partiu galhos e danificou permanentemente o tronco da árvore que seguramente secarão e, certamente estão condenadas ao fogo.

Com a soma do conhecimento os pesquisadores têm desenvolvido para-raios, aterramento entre outras proteções que devem oferecer alguma proteção contra as descargas atmosféricas. Mas, não há sistema seguro, pois,  o homem não tem poder para fazer frente à força da natureza.

VENTOS SOLARES

Para os leigos a “agressividade” das forças naturais é resultado da ação e do egoísmo do homem. Porém, os estudiosos já compreenderam que os ventos solares, aumentado por rajadas solares, levam ao aumento de raios sobre a terra.

Se os raios são perigo significativo, por enquanto, o que nos resta é buscar abrigos ‘seguros’ em construções de alvenaria durante os temporais.
A Folha de Araputanga agradece ao eletricista Edson - pela informação.