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ARAPUTANGA: Plantação de milho foi "dizimada" no Centro Municipal de Saúde

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Providências foram adotadas pela Prefeitura Municipal, no Centro de Saúde de Araputanga, para criar o sistema de Coleta de Resíduos Químicos que tiveram obras iniciadas na tarde do dia 11 de fevereiro. De acordo com o anunciado, a obra deve acolher resíduos químicos de maneira correta.

Na manhã do último dia 11, a Folha de Araputanga investigava a informação sobre o possível vazamento de líquido contendo fixador, composto químico formado à base de metal pesado, grande componente poluidor do meio ambiente e prejudicial à saúde devido à sua composição.

Apesar do anúncio e da obra em andamento, se observada a portaria 453 do Ministério da Saúde, tudo indica que o produto químico uma vez utilizado na limpeza dos filmes radiográficos, não poderá ser depositado no novo sistema de Coleta de Resíduos, isto é, para o produto então denunciado, a obra pode não ser adequada.

Normalmente o fixador já utilizado é acolhido em recipiente (galão de plástico) adequado e, posteriormente recolhido por empresa especializada, como o fazem ou devem fazê-lo os profissionais de saúde da área odontológica e, as clínicas particulares/hospitais por todo o país.

Apesar da dúvida quanto à natureza do líquido que “inundava” o piso do corredor, o setor nada revelou, só tornou público que constrói recipiente para acolhimento de resíduos. O que se sabe é que o líquido alcançava o pátio de terra, nos fundos do Centro de Saúde, onde existia uma “saudável” plantação de milho que foi dizimada após a publicação da reportagem (foto).

Essa é a segunda vez que o milho foi sacrificado pela administração pública municipal. A primeira ocorrência se deu em 12 de setembro de 2012 quando uma “viçosa” muda de milho crescia a partir do bueiro da Av. Aldo Ribeiro Borges, em frente à antiga lanchonete Milk Shake e, curiosamente em frente à então Secretaria de Agricultura.