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Araputanga: Chuva formou represa em galeria entupida na Avenida 23 de Maio

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 Dez minutos de chuva foram suficientes para alagar um trecho de cerca de trinta metros na Av. 23 de Maio, próximo ao trevo da MT-175 com a MT248, na zona urbana, em Araputanga-MT. 

Entra e sai período chuvoso e a história é a mesma.  Não se trata de chuva de grande intensidade. Trata-se antes, de provável entupimento do manilhamento da galeria de águas pluviais.  

No dia 25 de novembro, uma chuva que durou cerca de meia hora, também impediu o tráfego no local. Um veículo Chevrolet placas GWX 5825 ficou parado na lagoa formada pela água da chuva. Hoje (09), não flagramos nenhum veículo “afogado”  no mesmo trajeto, porém, os condutores de veículos de passeio que insistiram e trafegar sobre o local acabaram surpreendidos com o volume de água acumulado. 

ATÉ NA SECA TEM ÁGUA 

Moradores e transeuntes das imediações contaram, no mês de outubro à reportagem da Folha, que o endereço em questão na Av. 23 de Maio incomoda a população  que utiliza o trajeto, praticamente durante todo o ano.   

No período chuvoso, a água chega a ficar empossada permanecendo por dias até que a lenta filtragem e a evaporação pressionadas pelo sol escaldante fazem o trabalho de secagem natural.   

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Rua José Caldeira Vila tem vazamento na rede do DAE

O “trecho de represa” na principal avenida que leva ao centro da cidade não tem contado com a sorte. Em 2013, no período de estiagem foram comuns os vazamentos de água surgirem da tubulação da rede do DAE Municipal, seja à Rua Maranhão ou à Rua José Caldeira Vila.  

A tal falta de “sorte” surge nesse momento porque o desnível do terreno obriga a água tratada que surge na tubulação rompida a escorrer sempre na mesma direção (direção da lagoa) e, somada ao eventual líquido que seguramente escorre da tubulação de alguma residência, surge a “maravilhosa” represa, d’onde exala odor fétido, na maioria das vezes, reclamam os transeuntes. 

OUTRO LOCAL 

Há alguns dias, moradores das proximidades da Cadeia Pública de Araputanga também reclamam do mesmo assunto. Não de lagoa, porque a água que escorre de uma tubulação da rede doméstica não empossa, caindo em uma galeria pluvial até alcançar e contaminar o Córrego do Bacuri.  Os responsáveis já teriam sido notificado pela Vigilância. Os moradores , contudo, reclamam do mau cheiro que os dejetos causam, no endereço próximo à Cadeia Pública de Araputanga, porque os resíduos domésticos correm sobre a rua Mem de Sá exatamente na esquina com a Rua Duque de Caxias, na região de baixada, próximo ao local conhecido antigamente como Rabo da Gata.

Pode parecer coincidência, mas, menos de cem metros dos moradores da Rua Mem de Sá, cruza justamente a Av. 23 de Maio, aonde, na extremidade norte, próximo ao trevo para Indiavaí e Reserva do Cabaçal, o trafegou ficou impedido hoje (09), porque a galeria de água pluvial, entupida, não “filtra” adequadamente. 

Há que se registrar que todos os anos, a mesma Avenida é objeto de constante alagamento na altura do Córrego da Garrucha e como moradores sofrem com a certeza que tudo se  repetirá de novo nos próximos dias e meses. Ao cair uma chuva um pouco mais intensa e com duração superior a meia hora é só visitar o local e constatar que providências precisam ser anunciadas e, iniciadas.