De acordo com números oficiais, contados a partir do dia 19 de maio, pelo menos cinquenta pessoas já morreram em 2013 vítimas do surto de diarreia em Alagoas.
A data (19 de maio) registra o reconhecimento de situação de epidemia em uma cidade e soma casos desde então. Entre o dia primeiro de janeiro até ontem a epidemia atingiu 25 municípios contabilizando 80.320 casos de diarreia. Enquanto 26 municípios registram números considerados normais, pelo menos outros 46 municípios estão em alerta.
O maior número de mortes por diarreia está contabilizado no município alagoano de Palmeira dos Índios registrou 11 óbitos e Estrela de Alagoas, com nove casos. Até a capital, Maceió tem dois registros de óbitos por diarreia.
A Vigilância em Saúde atua com um conjunto de medidas, como limpeza e desinfecção dos reservatórios, para garantir a qualidade da água fornecida pela concessionária à população do Agreste e do Sertão alagoano, regiões que concentram os municípios com a maior quantidade de casos de diarreia.
As causas da epidemia estão relacionadas às bactérias, vírus e parasitas, detectados na água proveniente de fontes alternativas, a exemplo de cisternas e cacimbas e de Serviços Autônomos de Abastecimento.
Medidas simples de higiene, como lavar as mãos e os alimentos, e uso de hipoclorito e da fervura da água que será utilizada.
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