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REGIÃO OESTE Deputado Airton Português participa de lançamento de obras do aterro sanitário

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Com investimento na ordem de R$ 5,8 milhões, começaram nesta sexta-feira as obras de construção do primeiro aterro sanitário na região Oeste de Mato Grosso, nos arredores da cidade de Mirassol d’Oeste (300 km de Cuiabá), que vai atender inicialmente, além deste município, outros quatro. O deputado licenciado Airton Português (PSD) participou da assinatura da ordem de serviço.

Na avaliação do deputado Airton Português, o aterro sanitário vai modificar totalmente o cenário nos cinco municípios que fazem parte do consórcio responsável pelas obras. “Além de tirar os ‘lixões’ das áreas urbanas das cidades, o aterro vai proporcionar melhores condições de vida para os catadores de lixo, que devem formar cooperativas ou associações e alavancar formar empregos diretos e indiretos durante as obras do aterro”, disse o deputado durante discurso de assinatura de ordem de serviço.

O deputado parabenizou a todos que contribuíram para implantação do aterro sanitário, um antigo sonho de todos moradores, prefeitos e vereadores dos municípios formadores do Consórcio, que são Mirassol d’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Curvelândia, Indiavaí e Araputanga, todos da região Oeste.

A solenidade de assinatura de ordem de serviço contou com a participação dos prefeitos da região, representantes das comunidades, vereadores e alunos da Escola Municipal Padre Tiago, de Mirassol, que escolheram “padrinhos” para plantarem mudas de diversas espécies em área próxima ao futuro aterro sanitário. O deputado Airton Português e a estudante Bianca Modesto plantaram uma muda de ipê-rosa.

OBRAS

Com entrega prevista para outubro deste ano, a construção do aterro sanitário vai movimentar ao menos 100 empregos diretos. Os recursos na ordem de 5.816.781,00 são do oriundos da Funda Nacional de Saúde (Funasa).

Mais da metade, cerca de R$ 3 milhões, será destinada para construção do aterro. O restante à compra de equipamentos como prensas, esteiras, entre outros. Já estão sendo criadas cooperativas e associações para trabalharem na reciclagem de lixos não orgânicos. A área do aterro é de 29 hectares e terá vida útil de 20 anos.