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Artigo

ARAPUTANGA – Motociclista caiu, ao passar sobre lombada, na Avenida Aldo Borges

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FONTE

Uma colaboradora da Folha comunicou a ocorrência de um acidente, no início da noite de hoje (05/09), em um dos quebra-molas construídos ontem (04/09), na Avenida Deputado Aldo Ribeiro Borges. O condutor de uma moto passou pelo local e, não percebendo o redutor de velocidade, perdeu o controle do veículo e caiu; ainda não sabemos quem é o condutor, porém, não é o caso de citar nomes.

A reportagem conversou brevemente com um profissional que trabalha nas imediações; ele confirmou que o acidente ocorreu com um homem que pilotava uma motocicleta e, caiu no asfalto após passar sobre o quebra-molas. A Polícia e uma unidade móvel da Saúde Municipal já teriam comparecido e feito o socorro.

Por telefone, a Redação da Folha contatou a Polícia Militar que confirmou a ocorrência, porém, como a viatura ainda não havia retornado, não pôde informar os detalhes.

RECURSOS FINANCEIROS EXISTEM

Apesar dos R$960.174,00 (Novecentos e Sessenta Mil, Cento e Setenta e Quatro Reais) recebidos entre primeiro de janeiro até 31 de agosto, a sinalização da cidade continua caótica; os Bairros não têm placas indicadoras e ou sinalizadoras, em nenhum lugar do trecho urbano não há semáforos e,  parece que os que gerem a coisa pública encontram como único recurso para reduzir a velocidade dos condutores de veículos,  a construção de quebra-molas que, mesmo indesejados,  vão proliferando  como erva daninha pelos Bairros e região Central da Cidade.

Nos últimos cinquenta dias foram construídas novas lombadas no Bairro Cidade Alta, no Centro próximo ao Banco do Brasil,  e ontem (04) duas novas lombadas foram construídas na Avenida Aldo Ribeiro  Borges (uma em cada pista) e um, na Avenida 23 de Maio, próximo à uma Lanchonete.

"CONTROLANDO APRESSADOS"

A existência e a construção de novas lombadas, às vezes com sinalização falha ou ausente e, os artefatos podendo estar fora da medida definida pelo Inmetro, deixa parte da população satisfeita, porque os condutores são obrigados a reduzir a velocidade dos veículos; por outro lado, a proliferação dessa forma de controlar os mais apressados ao volante, é motivo de insatisfação e algumas vezes alvo de palavrões, especialmente aos transeuntes  que estejam apenas de passagem; estes confiando na sinalização, em alguns lugares podendo estar ausentes, trafega acima dos 30k/h sendo surpreendidos pelo impacto grotesco sofrido pelo automóvel.

PROBLEMA ANTIGO

Diga-se de passagem que a Folha, em nenhum momento deseja culpar a gestão em curso, todavia, somente nos quatro anos anteriores a 2017, o município obteve quase R$2,8 milhões de reais a título de IPVA; alguém acredita que com tanto dinheiro, a sinalização não poderia trazer ares de urbanidade aos moradores de Araputanga?  e em todos os outros anos desde que a cidade emancipou, em 1979, quando dinheiro já foi contabilizado nas rubricas do trânsito? Por que os gestores não enfrentaram e resolveram o problema? E, como o dinheiro foi aplicado?  Quem se habilita a responder?

MT-175

Há alguns dias, o vereador Ilídio pediu ao Governo Municipal que providencie redutores de velocidade no trecho urbano da MT-175, próximo aos eucaliptos, região do Loteamento Maria Clemente e  Daury Riva. É preciso que os gestores e, os fiscais do povo (vereadores)  tomem providências imediatas para controlar a velocidade dos veículos que trafegam na MT-175 já no trecho urbano de Araputanga.

Os governantes da cidade autorizaram a criação de loteamento e, supostamente incautos, não providenciaram Ruas e Avenidas para chegar aos loteamentos, obrigando a população que não tem veículo a caminhar sobre a rodovia, competindo com veículos, caminhões e carretas, colocando vidas em constante risco; adolescentes são vistos caminhando em grupos, dentro da rodovia e, a qualquer momento, o trecho pode fazer novas vítimas como já ocorreu outrora.

 PRÓS x CONTRAS

Ouvimos dizer que de vez em quando alguém desavisado, salta alguns quebra-molas; eventuais danos materiais registrados vêm a ser o menor dos males, pois, a lombada que obriga a reduzir velocidade para proteger a vida do pedestre, também pode ser causa de acidentes fatais, especialmente aos mais novos que, ostentando veículos, sem estar devidamente preparados pela educação no trânsito (o assunto está sendo abordado nas escolas?) e, no calor dos primeiros anos da juventude  podem ser vítimas de uma lombada e, prantear por longos anos,  suas famílias.

EDUCAR PARA O TRÂNSITO

O assunto é como um nó no meio de uma corda, de toda forma que for puxado, o nó aperta. A Gestão fica refém de um dos polos: com ou sem os quebra-molas o perigo pelo excesso de velocidade urbana é contínuo; talvez, educar o cidadão para o trânsito é tarefa a ser empreendida, desde já e, por todos os dias.

BOM SENSO

A Redação da Folha reconhece que em trecho urbano é recomendado prudência e baixa velocidade aos condutores de veículos, porém, acredita-se que o bom senso (núcleo sadio do senso comum), esteja indicando que encher as vias públicas de quebra-molas além de deselegante, não educa em nada a população.

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